Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Beijos... com piercing e cheesecake

Era a primeira vez que ia estar com uma mulher com um piercing na língua, tinha imensa curiosidade em saber até que ponto seria diferente beijar uma mulher assim.

- “Ninguém tem 22 anos”,- não parava de pensar quantas vezes o disse a mim próprio enquanto recordava as más experiencias passadas com algumas pitas no passado. Pela conversa liberal da net não se parecia em nada com as outras, afinal já tinha estado com vários homens e ainda lhes tinha a conta presente. 20 Foi o meu número. Fui busca-la a casa dos pais. Admirei as suas formas por baixo da roupa enquanto caminha na minha direcção, não tirava os óculos de sol do rosto…. Entrou cumprimentou-me e arranquei.
Nos 10 minutos seguintes seguiu-se uma conversa banal onde procuramos chegar urgentemente ao motel.
Subimos, entramos aproximei-me para a beijar. Surpresa, as mulheres agora são mais desinibidas, que as pitas de alguns anos atrás. Senti as mãos dela percorrer o meu corpo, enquanto nos despíamos. Estava a concentrado na forma como me beijava e na nova sensação que eu estava a descobrir, afinal nunca tinha tido uma professora tão nova… deitados na cama, livres do fio dental que saia de entre as deliciosas nádegas, agarrava-lhe os seios grandes, delicados e perfeitos como se nunca tivessem sido tocados. Beijamo-nos mais e mais, que bem que ela beija… ate que em posição de 69 engoliu o meu caralho na sua boca experiente, agora quem sentia o piercing era a minha glande. Afastei as nádegas fofas e vislumbrei um clítoris grande, rapado, com formas bem definidas e aveludado….
-“Vou comer caviar…”. – Tal como o bom caviar deve ser espremido com a língua contra os dentes e saboreado lentamente achei que me deveria esmerar, penso que não fui mal sucedido porque rapidamente a senti lubrificar e arfar de prazer.
Virou-se, os seus seios roçavam no meu peito, enquanto se sentava em cima do meu pau que rapidamente escorregou dentro dela tal como um tremoço sai da casca quando o apertamos com força. Que vagina escorregadia e ao mesmo tempo tão apertada, Foi rolando as ancas em mim com a mestria de uma mulher predadora que saboreia a sua presa e se consola controlando. Agarrei as suas ancas e fui beijando os seus seios. Pediu-me que insistisse na da esquerda, mordisquei o bico, aumentamos a velocidade e o clímax instalou-se…. HUMMmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm, gritamos em uníssono.
Estava calor resolvi refrescar-nos com dois flutes de champanhe, verifiquei então que a porta estava aberta…. :-)
Fuma-mos, bebemos e retomamos os beijos, falamos das suas tatuagens e mostrou-me em pormenor uma nas costas, acho que terá de voltar ao body-piercer afinal tem agendado outro piercing que pensa pagar em “géneros”, afinal vai ter de passar 6 semanas sem sexo e como leva estas coisas a sério quer faze-lo no último minuto com o homem que pelo vistos é um Pão.. lol. Deitei-a de barriga para cima queria explorar melhor a intimidade daquela mulher. Enfiei-lhe dois dedos na cona e um no cu, senti que estava a gostar. Tinha-me dito que fruto de uma má experiencia não gostava de anal, aquele dedo estava a demonstrar o contrario, meti um segundo e um terceiro, não se queixou de dor apenas sorria de prazer, elevei as suas ancas e procurei uma entrada. De tão lubrificada tive dificuldade em penetra-la. Continuei surpreso pela forma desinibida como nos entendemos.
Fomos jantar e combinamos para o dia seguinte.
Sei que não se esquecerá de mim nem dessa noite, não pela minha companhia mas pela sobremesa que comeu… um cheesecake “orgásmico” segundo as palavras dela. Também comi e foi de todos o melhor, mas não o trocava por aquele clítoris delicioso, mesmo sem cobertura de morango.

3 comentários:

Maria Pachacha disse...

Hummm. deve ter sido ca uma festa :-)

Bigpapoila disse...

Deve de ter sido a loucura total.

Humana disse...

Gostei da descrição e essa do Cheesecake orgásmico...
Deu para reparar que tens muita sorte.Deves ter tantos invejosos a roerem-se à tua volta..
Beijinhos