A semana passada adicionei aos meus amigos uma nova amizade. Trocamos contactos e fomos apimentando as conversas, confidenciamos que a infidelidade á algo que nos dá muito prazer, decidimos nos encontrar, faltava a oportunidade para estarmos juntos, oportunidade e local.
Ontem conseguimos combinar o nosso encontro de hoje…
Levantei-me e resolvi dar uma rapadela aos pelos púbicos, afinal a minha amiga tinha confidenciado que nunca tinha estado com um homem com o pénis rapado.
Desculpa arranjada para o marido e fuga planeada do meu trabalho e lá nos encontramos perto da casa dela. Convidou-me para o carro dela e fomos até uma casa que tenho vazia. Pelo caminho questionei-me que nunca uma mulher me tinha pedido para ser ela a levar o carro; “Controladora” -pensei.
Chegamos a casa com um clima bastante descontraído, a minha amiga é também uma veterana em namoros e em enganar o marido e isso além de notório dá-me sempre muita tesão. Bebemos um café e subimos, mostrei-lhe a casa e levei-a para o quarto, beijei-a e comecei a explorar o seu corpo por cima da roupa. Senti a sua pele sedosa, fofa e quente, uns seios de encher as mãos enquanto os lábios carnudos me envolvem num beijo apaixonado. Despia e deitei-a na cama. A minha língua descobriu o clítoris e os seus grandes lábios, deliciosamente grandes e a vagina húmida. O cheiro do seu sexo embebedou-me, roçamo-nos, beijamo-nos e procuramos os preservativos, não dava para aguentar muito mais. Esta veterana gosta de ser penetrada lentamente e de conter os impulsos num prazer quase doloroso a avaliar pela forma como gemia e se mexia. Não, não estava com dor, estava a controlar os meus movimentos dentro dela com uma mestria de uma mulher cheia de experiencia. Alternamos a posição e ela passou para cima, foi divino, nesta posição os seios balouçam ao meu olhar enquanto cavalga a um ritmo cadenciado e calmo, tirando o máximo prazer possível da sua montada.
O meu pénis sentia cada centímetro do seu interior, de facto não me tinha equivocado muito, tinha uma controladora silenciosa a tirar partido do meu membro, quando rodava as ancas o meu pénis quase que saia de dentro dela, quando o fazia em sentido contrário num movimento amplo e circular e a minha glande abria caminho dentro dela até mais não entrar.
-“Sabes estive quase para não vir ter contigo” – disse-me
-“Porquê?” – perguntei
-“ Eram duas horas e telefonaram-me a perguntar se estava em casa, e eu disse que hoje não podia”
-“Era o teu amigo camionista? (ela tinha-me contado de um amigo especial) ”
-“Sim chegou de Espanha, mas ainda bem que não fui ter com ele”
-“Podias tê-lo convidado”
-“Olha que ele vinha….”
Agarrei-lhe as nádegas e elevei-as, agora tinha de ser eu a controlar. A ideia de a ver com outro ou de a partilhar deu-me uma excitação redobrada. Penetrei-a em movimentos rápidos e amplos e li no seu olhar o prazer que sentia.
Paramos um pouco. Tempo para atender as chamadas perdidas, e deixar um chato inoportuno que teimava em falar comigo em alta voz enquanto nos beijávamos e tocávamos e lhe respondia uns “Sim…, sim…., Sim…., pois…,” finalmente desligou, posso me dedicar de novo à minha amiga, é altura do 2º round.
Quase que o 2º round não começou porque tínhamos de ir embora, agarrei-a beijei-a e penetrei-a.
-“Ainda queres ir embora ?” - perguntei
-“Agora não pares, continua”
-“Quero experimentar o teu rabinho”
-“Nãoooo”- disse baixinho consentindo como que pedindo para o fazer.
Virei-a, lambi-lhe e enfiei-lhe um dedo no ânus e dois na vagina, adorou…..
Agarrei no meu pénis pela glande e meti lentamente. Adoro dar uma à canzana e a visão das nádegas dela abertas para a possuir acabaram por me fazer explodir de prazer.
Como tudo o que é bom acaba, tivemos de nos vestir para ir ás nossas vidas.
Toca o telefone dela e atende, era o marido que esteve religiosamente a aguardar que fossem 17:30 para não a acordar (que querido). -“Sim amor estou em casa (…) sai agora da cama (…)” - que pena não ter sido uns 5 minutos antes e que belo minete que lhe fazia enquanto ela falava com ele.
Fizemos a cama, e levou-me ao meu carro que estava parado a metros da casa dela (disse-mo na altura). Beijamo-nos na boca. Que loucura boa e como me identifiquei com ela e com a forma como gostamos de lidar com o risco de nos expormos.
Trocamos mensagens dizendo o que sentimos e perguntei-lhe se se importava que escreve-se este blog. Disse que sim e que depois de ir buscar o marido ao trabalho ia jantar, o que deve estar neste momento , e que iria logo que pudesse ao computador ver o que escrevi.
Estou a rever os erros ortográficos do que escrevi, e a sentir o teu cheiro nas minhas mãos, tenho de ir tomar um banho…..hehe.
És uma mulher latina cheia de sabedoria, sei que entendes o que digo dado que és inteligente, decidida e que sabes perfeitamente o que queres e para onde vais, segues as direcções do teu instinto de fêmea, mulher, mãe e amante.
Na próxima vez quero fazer amor contigo na tua cama. Afinal de contas o teu marido não deve gostar que andes por camas alheias e assim podes dizer que estas na tua cama sem teres remorsos de estar a faltar à verdade.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
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