Após troca de algumas mensagens e piropos marquei almoço para conhecer uma nova amiga da internet, já tínhamos falado o suficiente para saber um pouco das nossas intenções pelo outro. Ficou combinado que me iria portar bem e que as minhas mãos não andariam por locais impróprios a dois amigos que se acabam de conhecer.
Lá nos encontramos depois de eu andar perdido por Carcavelos e fomos almoçar à praia. Durante o caminho que fizemos para o restaurante não conseguia tirar os olhos das curvas dela… era mesmo o tipo de mulher que me excita.
Estava calor, a Ana tinha uma saia com uma grande racha lateral que dava uma mostra das suas pernas deliciosas. Escolhemos a comida e acompanhamos com Muralhas fresquinho, à medida que a garrafa se esvaziava o meu desejo e o dela aumentavam, e quando acabamos a refeição e nos dirigíamos para os nossos carros já estava completamente seduzido aos encantos da minha nova amiga.
Despedi-me dela e entrei no carro, parei uns segundos a olhar para o carro dela que estava à minha frente, ambos tínhamos tardes ocupadas mas o meu desejo de estar com ela era cada vez maior. Levantei-me e fui ter com ela, perguntei-lhe se por alguma razão lhe batesse no carro se seria boa desculpa para se resolver o assunto com uma declaração amigável, num local ainda mais amigável. Os olhos dela brilharam mas recusou dizendo que eu era louco e que ela não podia, metia cabeça dentro da janela dela e beijei-a. Seguiu-se um beijo e mais outro e no fim disse-me que eu era uma mau cumpridor e que tinha prometido não lhe tocar… sorriu e fomos cada qual à nossa vida.
Estava atrasado para uma reunião no centro de Lisboa e pelo caminho avisei o meu cliente que estava 10 minutos atrasado ao mesmo tempo que noutro telefone enviava um sms à Ana, dizendo-lhe que tinha gostado da companhia e que ela beijava muito bem…. Não demorou muito a resposta, retribuiu o cumprimento e disse-me para desmarcar as reuniões e aproveitar enquanto o vinho lhe fazia efeito. Telefonei-lhe e expliquei-lhe que naquele momento não já não poderia alterar a reunião, mas que se ela pudesse iríamos jantar com todo o gosto. A minha mulher ia buscar a bebe ao infantário e o marido dela só chegava a casa depois da meia-noite, e combinamos logo o jantar.
Encontramo-nos no mesmo local, depois de trocas de afectos e de beijos entramos em conversas banais que aparentemente traduziam uma alteração de vontade da parte dela. Abandonada a ideia de um Motel, e sem grande fome para jantar de faca e garfo fomos comer uns pregos e partilhar banalidades na companhia de duas imperiais. Com o aproximar da meia-noite beijei a “Cinderela” e as minhas mãos começaram a explorar o corpo dela e ela o meu. Era um local muito iluminado, estava na hora de cada um ir para sua casa, mas o desejo subitamente começou a apoderar-se de nós. Naquele momento sentimos que nos tínhamos de ter, entramos no carro e procuramos um local escuro e mais reservado.
Cinco minutos depois esta já com o carro parado tocando no seu clítoris enquanto a mão dela me batia uma punheta. Estávamos excitadíssimos, sai do carro dirigi-me à porta dela e ela abocanhou-o e chupava-o em frenéticos e vigorosos movimentos de cabeça. Adoro quando me fazem um broche assim. Segurava-lhe a nuca e senti uma vontade enorme de lhe encher a boca de sémen…. Pedi-lhe que saísse do carro, deitei-a em cima do capot de barriga para cima e desviei-lhe as saias para o lado, levantou os braços, agarrou-se no cimo do capot para não escorregar e elevou as pernas deixando a rata inchada e deliciosa à mostra, lambi-a, ela soltou uns gemidos roucos, tinha de a possuir, agarrei na base do meu pénis duro e enfiei-lho depois de o roçar 2 ou 3 vezes no clítoris. A Aninhas estava apertada e muito molhada, possui-a de uma estocada enquanto sentia a minha glande abrindo caminho dentro dela, de cada estocada ela soltava um gemido cada vez mais rouco e sonoro enquanto se agarrava ainda mais ao capot. Não resisti, senti que me vinha e tirei fora, não me consegui conter. Tornei a penetra-la e não parei até que todo aquele cenário, e a forma como os nossos corpos se encaixavam me fizesse ejacular, desta vez dentro dela.
Ela saiu de cima do carro e beijou-me sem parar as suas mãos tremiam, agarrava-me e puxava-me para ela. A Ana estava uma fêmea no cio, selvagem e insatisfeita, entesou-me e virou-se à canzana agarrando de novo o capot. Empurrei a minha glande contra o ânus dela e não reagiu, acabei por descer e enterrar o meu caralho na cona dela. Agarrei-a bem pelas ancas (e que boas que são) e com estocadas cada vez mais vigorosas possui-a até ejacular de novo dentro dela. Apertou-me bem contra ela para não perder uma gota.
Vestimo-nos e fomos para casa. Não sei o que o marido dela lhe disse, mas a minha mulher achou que o meu jantar de negócios tinha corrido muito bem.
Ana: Um Homem que nunca tenha estado com uma mulher como tu, não sabe o que anda a perder. Nota 20, ou melhor dou-te um 8 para vires à “Oral” com mais tempo.
quinta-feira, 14 de Agosto de 2008
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